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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aécio destaca parceria da sociedade no combate à violência



O governador Aécio Neves afirmou, durante assinatura do decreto que instituiu o Projeto Regresso, no Palácio da Liberdade, nesta terça-feira (23), que a mobilização da sociedade tem sido fundamental para garantir o sucesso da política de segurança do Estado e o combate à violência. Segundo ele, as parcerias do Governo de Minas com a iniciativa privada, universidades e ONGs tem se tornado referência para outros estados brasileiros.

“Essa nossa ação de segurança pública será das melhores e mais fecundas marcas da nossa administração. Pela presença de entidades de classe de todas as áreas de atuação de empregadores e empregados, essa ação irá perenizar. A mobilização do setor privado, inédita no Brasil, na dimensão do que ocorre em Minas Gerais, é algo que pode estimular outros empresários e dirigentes, com responsabilidade social, de outras partes do Brasil, a caminharem na mesma direção”, afirmou Aécio Neves, em seu pronunciamento.

Poder Judiciário

O Governo do Estado desenvolve parceria importante com o Poder Judiciário para implantação das Apacs, entidades dedicadas à reintegração social dos condenados. Atualmente, Minas mantém 19 unidades em funcionamento, atendendo mais de 1.100 presos e é o Estado que mais obteve êxito na execução deste modelo criado em 1972. A primeira experiência de Apac em Minas foi implantada em 1986, em Itaúna, e hoje é reconhecida nacionalmente como modelo na recuperação de presidiários.

O Poder Judiciário e o Ministério Público Estadual ainda são parceiros do Governo de Minas na implantação do Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional (CIA-BH), órgão que agiliza processos relativos a adolescentes infratores na capital. Nele estão integrando, no mesmo espaço físico, os trabalhos das polícias Civil e Militar, representantes do Tribunal de Justiça, da Vara Infracional da Infância e Juventude, Promotoria da Infância e Juventude, Procuradoria-Geral de Justiça e Defensoria Pública.

Fica Vivo!

O Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG (Crisp) foi parceiro do Governo de Minas em pesquisas e diagnósticos que possibilitou a criação de programas de prevenção à criminalidade como o Fica Vivo!. O programa de controle de homicídios já atendeu, em cursos e oficinas, mais de 50 mil jovens em 25 núcleos de Belo Horizonte e outras 15 cidades.

Com o Instituto Elo, fundado por grupo de professores e pesquisadores da UFMG, o Governo também desenvolve ações relativas à prevenção social da criminalidade e da violência, incluindo o Fica Vivo!. A eficiência do programa no combate à violência, que permitiu reduções históricas do número de crimes, tem chamado atenção de outros estados.

Com a Associação Preparatória de Cidadãos do Amanhã (Aprecia), o Governo de Minas oferece cursos de capacitação profissional e oportunidades alternativas de trabalho e renda às pessoas atendidas em programas de prevenção, como o Fica Vivo!

Afrorregae

O Governo de Minas também buscou parcerias em outros estados para desenvolver ações na área de segurança. Na implantação do projeto Juventude e Polícia, o principal parceiro é o grupo cultural carioca Afroreggae. Também integra a parceria o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESec), órgão vinculado à Universidade Cândido Mendes do Rio de Janeiro.

O Juventude e Polícia é desenvolvido em comunidades com grande incidência de criminalidade a parte do modelo de intervenção usado pelo Afroreggae, há 15 anos, em favelas cariocas. O programa tem contribuído para a redução de conflitos e melhoria do ambiente social nas comunidades atendidas. A parceria pioneira do Afroreggae em Minas serviu de referência para o grupo levar sua experiência para outros estados e países.

Denúncias

Na campanha de combate à exploração sexual e violência doméstica, Proteja Nossas Crianças, o Governo do Estado também contou com a colaboração de todos os veículos de comunicação de Minas. Em um ano da campanha, houve um aumento de 49,5% no número de denúncias, mostram que a sociedade entendeu a proposta e se mobilizou no enfretamento à violência em todo o Estado. Foram registradas 2.879 denúncias pelo Disque Direitos Humanos (0800 31 1119). Nesse período todos os tipos de denúncias registraram aumento.

Já o próprio Instituto Minas Pela Paz, parceiro do Estado no projeto Regresso, inspirou a criação do 181 Disque Denúncia. Lançado em novembro de 2007, o programa já recebeu mais de 1,2 milhão chamadas e mais de 73 mil denúncias foram encaminhadas para investigações.


O 181 Disque Denúncia funciona em Belo Horizonte, em 33 municípios da Região Metropolitana, além de Uberaba, Uberlândia, Montes Claros e Governador Valadares.



sábado, 16 de maio de 2009

Aécio Neves defende descentralização de recursos





Governador proferiu palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro Evento reuniu personalidades da política nacional, do Judiciário e da iniciativa privada. O governador Aécio Neves defendeu nesta sexta-feira (15/05), em palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro, o restabelecimento dos princípios federativos no Brasil.



Aécio Neves acredita que a descentralização dos recursos traria oportunidades iguais para todas as regiões do país.“Precisamos de um projeto que permita, de forma descentralizada, que cada região possa transformar suas vocações e competências em efetiva riqueza, distribuída de forma equânime, democrática e, portanto, socialmente justa e pacífica.



Trata-se da recuperação dos princípios que moveram a República e o Federalismo no Brasil, e que praticamente morreram sob a égide da concentração de poder e da irremediável subordinação dos entes federados”, destacou, ao discursar durante o “Almoço do Empresário”, promovida pela Associação Comercial, que reuniu autoridades da política nacional, do Judiciário e da iniciativa privada.



O governador lembrou que o Brasil vive hoje a mais grave concentração de impostos, recursos e poder de decisão na esfera da União de sua história, e que isso tem prejudicado o desenvolvimento dos estados e municípios.



“Quase 70% de tudo que se arrecada no país estão sob a guarda direta do governo central. Como, então, ser o país das oportunidades, se elas florescem distantes de Brasília, mas é lá que permanecem os recursos?”, completou.



Aécio Neves foi recebido pelo presidente da Associação Comercial, Olavo Monteiro de Carvalho, e estava acompanhado do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.



Blog da Lúcia Hippolito



quinta-feira, 14 de maio de 2009

Aécio Neves visita presidente da Terna



Aécio Neves, governador de Minas Gerais, recebeu nesta quarta-feira, dia 13, no Palácio da Liberdade, o presidente executivo da empresa italiana de energia Terna SpA, Flavio Cattaneo, e o embaixador da Itália no Brasil, Michele Valensise.


A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) adquiriu, em abril passado, a holding de transmissão de eletricidade Terna, por R$ 2,2 bilhões. A empresa era controlada pela italiana Terna SpA, e atua em 11 estados do país.


Leia mais em:Agência Minas


terça-feira, 12 de maio de 2009

Governador Aécio concede entrevista em João Pessoa/PB








Entrevista concedida pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves, durante o Seminário “O PSDB e as políticas sociais: passado, presente e futuro”, nesta segunda-feira (11 de maio), em João Pessoa/PB



Queria saber a opinião do senhor sobre as prévias do partido, já que há muitos comentários de que o senhor vai abrir mão para o Serra. Queria também saber qual é o papel, na opinião do senhor, do ex-governador (de Pernambuco) Jarbas (Vasconcelos), se ele deve concorrer contra Eduardo Campos, que é muito próximo do senhor, ou se deve desempenhar outro papel nesta campanha?



Eu começo pelo final da sua pergunta. É preciso que mais uma vez vocês compreendam que as questões regionais têm que ser discutidas regionalmente. Existe uma grande afinidade, por exemplo, entre o presidente do meu partido, que é o senador Sérgio Guerra, com o senador Jarbas e o próprio governador Eduardo. Mas a seu tempo, em função da característica de cada unidade da federação, esses entendimentos se darão.



O importante é que o núcleo dessa nossa aliança permaneça. Por outro lado, sobre a primeira parte da sua indagação sobre as prévias, existem duas formas de se ver as prévias partidárias. Alguns a compreendem como um instrumento que possa levar a divisão do partido, outros, como eu, acreditam firmemente que as prévias são uma extraordinária possibilidade de você mobilizar o partido, mobilizar as bases, reencontrar-se com setores importantes da sociedade brasileira, que já estiveram muito mais próximos a nós do que estão hoje.



Portanto, as prévias seriam uma oportunidade para as lideranças do partido encontrando com as bases do partido construírem aquilo que eu considero mais importante do que a definição do candidato hoje: a definição do projeto.



As pessoas precisam olhar para a nossa aliança e compreenderem o que ela apresenta de diferente, quais os avanços que ela apresenta com relação ao governo atual, no campo da gestão pública de qualidade, no campo das políticas de desenvolvimento regional, tão importantes para o Nordeste, as ações sociais que estão sendo aqui hoje discutidas, a nossa visão em relação à política exterior.



As prévias poderiam ser um grande momento para que o partido pudesse surgir com um candidato, no início já do próximo ano, mas mais do que com o nome, com um projeto. Essa é uma decisão que será tomada pela direção do partido, mas eu a estimulo e obviamente, o candidato a presidente da República não pode ser candidato de uma vontade pessoal. Uma candidatura à Presidência da República, para ter viabilidade, precisa ter necessariamente uma grande dose de naturalidade.



Ela precisa ser percebida pelas pessoas como instrumento de transformações, de avanços. É natural que o meu nome, mesmo tendo a presença política no meu Estado já como governador por duas vezes, esteja à disposição do partido, mas jamais será uma candidatura de imposição.

Nós, do PSDB, temos a compreensão clara de que a nossa unidade é o mais vigoroso instrumentos que temos para vencer as eleições, ao lado das nossas alianças, em especial, com os Democratas, aqui representados pelo deputado Rodrigo Maia.



Então, para desalento e desencanto de alguns adversários nossos, posso garantir hoje aqui, em João Pessoa, na Paraíba, que o PSDB estará absolutamente unido, empunhando novas bandeiras, dizendo o que nós queremos para o futuro do Brasil, e nos apresentando com proposições para coroar os avanços e fazendo com que esse Brasil tão diferente, esse Brasil ainda de situações sociais muito diversas dentro das próprias regiões, possa avançar.



Acho que esse seminário é a primeira grande oportunidade que nós vivemos. Não queremos apenas chegar ao poder. Queremos chegar ao poder para continuar transformando o Brasil como fizemos quando governamos com o presidente Fernando Henrique.



Resultado de pesquisas eleitorais.



Recebo com muita naturalidade os resultados que avaliam nomes que têm um nível de conhecimento absolutamente distinto. É bom para o PSDB que tenha um nome como José Serra, tão bem colocado na Paraíba e em outras regiões do país, mas é preciso que nós compreendamos, todos nós, que alguns dos nomes colocados na pesquisa tiveram já a oportunidade de demonstrarem o seu trabalho e de obter essa aprovação da população.



Acho que, a partir do momento que nós possamos fazer encontros como esse, no momento em que nós pudermos estar nos programas eleitorais discutindo os projetos para esse Brasil, poderemos ter outro tipo de indicador.



A pesquisa é um instrumento importante para um determinado momento, mas ela obviamente está muito distante de representar aquilo que ocorrerá daqui a um ano e meio, quando estivermos efetivamente disputando as eleições, portanto, estou absolutamente tranqüilo porque vejo que existe hoje em torno do nosso projeto, do projeto do PSDB, dos Democratas, do PPS e, mais uma vez, faço uma referência à extraordinária liderança do senador Efraim Morais, absolutamente fundamental para essa aliança regional.



Acho que, lá na frente, teremos não apenas bons indicadores nas pesquisas, mas muito potencial de crescimento para levar o nosso candidato à vitória.


Alianças regionais para as eleições de 2010.


As decisões têm que ser encaminhadas regionalmente. O Brasil é muito diferente entre si. As situações regionais são distintas. A direção nacional, obviamente, acompanha a construção dessas alianças, naturalmente também visando as eleições nacionais.



O PSDB conseguiu algo que é raro na política brasileira, um partido que deixa o poder depois de praticamente oito anos fora do poder central, continua a ser a principal alternativa de poder. Isso por si só já é uma constatação de que o PSDB continua atualizado e apresentando propostas importantes para o país.



O que eu acredito que virá a acorrer é que o PSDB montará palanques que não serão regionalmente os mesmos e cada um respeitará as circunstâncias de cada estado.



Mas isso não pode ser contraditório entre si, é preciso que haja uma identidade programática, que seja a base dessas alianças, e quando nós discutimos, como estamos fazendo hoje aqui, as políticas sociais para o Brasil, quando estamos discutindo a gestão pública de qualidade, obviamente estamos contribuindo para um debate de idéias em torno de um programa.



O PSDB deve se preocupar tanto com a indicação de seu candidato, mas principalmente com a construção de um projeto para o Brasil. E aí sim, as alianças se construirão.



Alkmim perdeu em Minas. O senhor não conseguiu transferir votos?


Na verdade, talvez à distância essa avaliação não seja a mais correta em relação ao processo eleitoral de outros estados. Não apenas na eleição de Geraldo Alkmim, mas na eleição anterior, de José Serra, na eleição anterior do presidente Fernando Henrique, a primeira do presidente Fernando Henrique, houve um absoluto engajamento das lideranças do nosso grupo político em Minas Gerais.



Aproveito inclusive para comunicar e apresentar aos senhores, estão presentes aqui conosco o secretário-geral do partido, o deputado Rodrigo de Castro, de Minas Gerais; o presidente regional do nosso partido em Minas, o deputado Paulo Abi-Akel; o deputado Nárcio Rodrigues, ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados, também deputado federal.



E nosso grupo político sempre se esforçou e se esforçará muito para defender as candidaturas que consideramos as mais adequadas. Mas é bom todos aqui compreender que havia um sentimento favorável à candidatura do presidente Lula.



Acho que você, como paraibano, percebe isso muito bem. Existem eleições e eleições. E o nosso desempenho foi exatamente o mesmo. Perdemos duas, vencemos duas. Espero que agora nós possamos ganhar.


sábado, 9 de maio de 2009

"Devemos decidir que Brasil queremos depois de Lula", diz Aécio Neves




O panorama eleitoral brasileiro está revolto. Em 25 de abril passado, a superministra Dilma Rousseff, braço-direito do presidente Lula e aspirante a sucedê-lo, revelou que sofria de câncer. Ela teve extirpado um tumor do sistema linfático e agora deve se submeter a quimioterapia.



Rousseff, que tem 61 anos, não trabalha menos de 15 horas por dia. Tem a seu encargo o ambicioso Programa de Crescimento Econômico para evitar que a crise prejudique o Brasil e há alguns meses uma campanha em curso. A preferida de Lula para representar o Partido dos Trabalhadores (PT) tem muito terreno a percorrer diante do social-democrata José Serra, governador de São Paulo, e do socialista Ciro Gomes.



"Não creio que o que aconteceu com Dilma mude, por enquanto, o panorama eleitoral. (...) O partido de Lula fechou fileiras imediatamente em torno de Dilma", explica Aécio Neves, governador do poderoso Estado de Minas Gerais - é a terceira região mais rica e representa 10% do PIB nacional -, durante sua recente visita a Madri.



Assim como Serra, ele aspira a ser o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para a presidência. O governador é cauteloso ao falar de Dilma, e talvez seja porque ele, melhor que ninguém, entende as consequências de um problema de saúde para a carreira política. Ele é neto de Tancredo Neves, o primeiro presidente do Brasil depois de 20 anos de ditadura. Em 1985, um dia antes de assumir, Neves adoeceu até sua morte. Em seu lugar assumiu o vice-presidente José Sarney, que governou até 1990.



A doença de Rousseff disparou imediatamente o rumor de que uma parte do PT iria reavivar a campanha para reformar a Constituição e permitir que Lula servisse um terceiro mandato, uma tentação que ronda a região em países como Bolívia, Colômbia e Equador, e na qual a Venezuela já caiu.



"Isso é improvável", diz Neves. "Lula disse que não se apresentará para um terceiro mandato e estou certo de que diz a verdade. Mas creio que Lula voltará a concorrer à presidência", afirma. Neves concorda com muitos analistas: Lula voltará em 2015.



Sem o presidente Lula e com a principal candidata em pleno tratamento contra o câncer, o PT sabe que tem um problema. No Brasil ninguém fala publicamente em substituir Rousseff. Pelo contrário, Lula reafirmou seu apoio a Dilma e seus rivais evitam "politizar" a doença da ministra.



Mas é certo que ninguém no PT desconhece que o tratamento vai frear a campanha de Rousseff, que pretendia chegar ao fim do ano com 20% das intenções de voto, quase o dobro da popularidade que tem hoje.



Caso tenha de encontrar um substituto no PT, quem mais se menciona é Patrus Ananias, o ministro do Desenvolvimento Social. Esse conterrâneo de Neves - ambos são de Belo Horizonte - tem a seu encargo o Bolsa Família, o principal programa social do Brasil e um dos maiores do mundo em seu gênero. Implementado em 2003, já cobre quase 10 milhões de famílias. Os beneficiários obtêm uma mensalidade e acesso aos direitos sociais básicos: saúde, alimentação e educação.



Em troca, as famílias devem manter as crianças e adolescentes em idade escolar no sistema de ensino, manter em dia o calendário de vacinação, etc. O programa foi elogiado internacionalmente e muitos países estudam sua implantação.



"O Bolsa Família é um programa de choque para reduzir a pobreza. Não pode ser eternizado porque pode acabar criando um clientelismo político insano. Agora temos de dar mais um passo, conseguir que essas pessoas se incorporem ao mercado de trabalho, progridam por si mesmas...", explica Neves. "Por isso, mais que definir um candidato para as eleições do próximo ano, o que devemos decidir é que Brasil queremos depois de Lula. Isto é o que realmente importa", acrescenta.




Neves reconhece as conquistas de Lula, mas lembra que as bases do sucesso econômico do Brasil foram assentadas por seu correligionário, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.



"Quero que o PSDB se aproxime dos setores que perdeu, como o agrícola, que hoje apoiam o PT. Quero uma nova concertação política para enfrentar os problemas pendentes", explica Neves.



Entre dezembro e janeiro, se não houver acordo, Neves deverá concorrer com Serra nas internas social-democratas. Sobre sua possível vitória, Neves contorna com uma frase de seu avô: "A presidência é destino, e não um projeto pessoal".


quarta-feira, 6 de maio de 2009

Governo Aécio Neves lança plano de Enfrentamento da Ameaça da Influenza A (H1N1)






Foi lançado na tarde desta terça-feira, dia 5, na sede da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Geria (SES), em Belo Horizonte, com transmissão simultânea pelo Canal Minas Saúde, o plano de Enfrentamento da Ameaça da Influenza A (H1N1).




Trata-se de um conjunto inicial de medidas que tem como objetivo conter a propagação do vírus e o consequente acometimento da população.



O plano está estruturado em três níveis de enfrentamento: O primeiro descreve os procedimentos em momentos sem nenhum caso autóctone (transmissão acontece no local sem relato de viagem); o segundo, para momentos com presença de caso autóctone; e, por último, procedimentos para uma situação de epidemia.



Leia mais na integra:

Agência Minas


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Aécio Neves recebe prêmio para Cemig em Madrid

Aécio Neves recebe prêmio para Cemig em Madrid




Governador de Minas Gerais cumpre agenda oficial na Espanha



O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, cumpre agenda oficial nesta terça-feira (05/05), em Madrid, Espanha, onde se reúne pela manhã com empresários espanhóis na Tribuna Ibero-Americana, na Casa de América.



Em seguida, receberá, em nome da Cemig- Companhia de Energia de Minas Gerais, o Prêmio Internacional Puente de Alcântara, concedido pela Fundação San Benito de Alcântara (Cáceres/Espanha) às melhores obras públicas espanholas, portuguesas e ibero-americanas.



A Cemig será premiada pela Usina de Irapé, localizada no Vale do Jequitinhonha. A premiação foi instituída em 1988 pela Fundación San Benito de Alcântara, patrocinada pelo Grupo Iberdrola, com periodicidade bienal.



O prêmio reconhece, no âmbito ibero-americano, obras públicas que reúnam, de acordo com a opinião do júri designado, maior importância cultural, tecnológica, estética, funcional e social, levando-se em conta a qualidade técnica e estética e a perfeição alcançada na execução do empreendimento.



Investimentos



Localizada no Vale do Jequitinhonha, a Hidrelétrica Presidente Juscelino Kubtscheck - Usina de Irapé é um marco para o desenvolvimento social e econômico de umas das regiões menos desenvolvidas de Minas Gerais e do Brasil. De 2002 a 2006, a Cemig investiu R$ 1 bilhão na construção da usina, no rio Jequitinhonha, entre os municípios de Grão Mogol e Berilo.



A obra exigiu da Cemig e do governo do estado a adoção de uma série de ações coordenadas, que tinham como foco minimizar ao máximo possível os impactos ambientais e sociais. Nesse sentido, foram implementados programas de qualificação de trabalhadores da região, reassentamento de famílias atingidas, recuperação da fauna, entre outros.




Fonte: Agência Tucana e Secom MG